Para ter sucesso, uma loja virtual precisa oferecer aos seus clientes as principais funcionalidade que garantam uma navegabilidade agradável, uma compra 100% segura e a garantia de que ele retorne à loja mais vezes.

Se a sua loja já tem nome, você precisa ter um domínio registrado, mas, primeiramente vamos entender o que é domínio. Domínio é um nome que serve para localizar e identificar sua empresa na internet, é a base de toda sua identificação profissional.

É composto por um nome e uma extensão, por exemplo: www.nomedasualoja.com.br .COM.BR é a extensão da sua loja.

A extensão mais utilizada no Brasil é .com.br, se você optar por essa, o primeiro passo a ser dado é acessar o site www.registro.br e verificar se o domínio que você deseja registrar, o nome da sua empresa, por exemplo, está disponível. Se o domínio já estiver sido registrado por outra pessoa, o próprio site Registro.br mostrará outras opções para você escolher.

DICA IMPORTANTE
  • Você já tem um segmento para atuar? No e-commerce tem-se a vantagem de trabalhar com diversos nichos de mercado. Você sabe O que é Nicho de Mercado? Já possui um?
  • Se você ainda não tem um nome para o seu negócio, é importante primeiramente verificar a disponibilidade do registro, para que sua loja virtual tenha um nome legal e intuitivo. Geralmente, a empresa contratada para fazer o seu e-commerce, dará todo o auxílio e suporte necessário nessa questão.

Você já deve ter se perguntado “O que é e-commerce?”. E-commerce é a abreviação em inglês de comércio eletrônico, ou seja, toda transação comercial (compra e venda) feita através da internet com o auxílio de um equipamento eletrônico.

Não se engane em pensar que essa é uma dúvida boba e pouco recorrente, mas estamos aqui para ajudar a entender. 

Loja virtual, loja online, comércio eletrônico ou e-commerce nada mais é que um site onde permite vender pela internet produtos ou serviços.

O e-commerce, então, se refere às transações comerciais realizadas totalmente online. Desde a escolha do produto pelo cliente, até a finalização do pedido, com o pagamento, todo o processo deve ser realizado por meios digitais.

Nesse tipo de comércio, a única etapa no mundo físico é a da logística de entrega das encomendas aos compradores.

Além dos processos de compra, o e-commerce se baseia, principalmente, na divulgação e promoção de seus produtos ou serviços — uma vez que as duas coisas podem ser vendidas online, por meio do marketing digital

Do ponto de vista do consumidor, a compra pela internet torna esse processo muito mais simples. Do conforto de sua casa — ou de qualquer lugar, no caso dos smartphones —, é possível adquirir qualquer tipo de produto.

Nos tempos atuais, os consumidores estão cada vez mais consumindo pela internet.

 

 

O comércio eletrônico brasileiro alcançou a marca de 1,49 bilhão de acessos em fevereiro, número que representa um aumento de 21% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A informação é do Relatório E-commerce no Brasil, desenvolvido pela Conversion.

O estudo possui frequência mensal e analisa o tráfego dos 200 maiores sites do Brasil em 15 setores.

Dos segmentos analisados, dez tiveram aumento de mais de 10% no YoY (Year over Year), como Farmácia & Saúde, com alta de 85,70%, Pet (78,29%), Comidas & Bebidas (53,37%), Casa & Móveis (51,89%), Moda (36,6%), Educação (31,32%), e Eletrônicos e Eletrodomésticos (25,77%).

Os setores de Turismo e Infantil tiveram queda de 23,25% e 10,95%, respectivamente, comparado ao ano anterior. No comparativo mensal com janeiro, todos os setores recuaram.

O segmento de Farmácia & Saúde liderou o ranking de setores com maior crescimento (+86%) no pós-pandemia (fevereiro/21 vs. fevereiro/20) e também no comparativo anual.

Comércio eletrônico no celular

Em fevereiro, o mobile foi o meio preferido pelos consumidores para acessar os e-commerces, registrando 66,2% das visitas totais.

O levantamento ainda mostra que dados relacionados a fontes de tráfego, como canal de busca (orgânico e pago), possuem a maior parcela do tráfego (59%), evidenciando a importância de as marcas estarem bem posicionadas nos buscadores.

Fonte: E-Commerce Brasil

Se você realiza negócios via e-mail, sua assinatura é, muitas vezes, um dos pontos finais da comunicação entre o consumidor e seu serviço ou sua marca.

Uma boa assinatura de e-mail deve ser simples, informativa, profissional e objetiva. Mas isso não significa que deva ser sem graça e entediante. Existem muitas formas de tirar o máximo de proveito da sua assinatura de e-mail.

Veja, abaixo, algumas dicas que poderão lhe ajudar:

 

01. Não sobrecarregue com muitas informações
Um erro comum em assinaturas de e-mail é tratá-las como uma minibiografia e sobrecarregá-las com muitos links, informações, citações e outros dados desnecessários. Ao incluir informações em excesso, você faz com que sua assinatura fique longa e volumosa, causando desinteresse no leitor. Em vez disso, tente manter sua assinatura objetiva e personalizada.

 

02. Trabalhe com uma paleta de cores restrita
Uma regra comum ao se elaborar uma paleta de cores é “menos é mais”; mais especificamente, tente somente usar 2 ou 3 cores, e isso é especialmente válido para o design da sua assinatura de e-mail.

 

03. Mantenha fontes ainda mais restrita
Você já sabe que deve ser seletivo quanto às cores; mas e a paleta de fontes? Você já deve ter adivinhado que, assim como com as cores, se você usar muitas fontes, pode sobrecarregar a sua assinatura, deixando-a ilegível e distrativa.

 

04. Use uma hierarquia de direcionamento de olhar
Ter uma hierarquia definida é uma obrigação em qualquer design que usa comunicação textual; e como sua assinatura de e-mail é composta por informações importantes, a hierarquia é especialmente relevante.

Na hora de projetar a assinatura, use escalas, cores e espessuras de fonte que chamem a atenção do leitor para certos elementos prioritários. Pode ser o nome do autor ou a marca da empresa; o importante é que você coloque estes elementos mais importantes no topo da assinatura.

 

06. Use ícones de redes sociais para direcionar o tráfego
Seu negócio possui uma presença ativa nas redes sociais? Então coloque os ícones de suas redes sociais na assinatura. Ao fazer isso, você não apenas direcionar o tráfego para o seu conteúdo online, como também ajuda o destinatário do e-mail a descobrir novas maneiras de contatar e acompanhar você.

 

07. Alinhe seu design
Ao alinhar seus elementos gráficos e textuais de forma lógica e simples, você proporciona ao design ordem e harmonia instantaneamente.

 

09. Pense na visualização em dispositivos móveis
É fato: o número de pessoas que abrem seus e-mails através de dispositivos móveis não para de aumentar com o passar do tempo. Dados da Campaign Monitor apontam que 41% das pessoas abrem seus e-mails através de celulares ou tablets.

Existem muitos aspectos técnicos que devem ser levados em consideração na hora de criar uma assinatura responsiva e amigável à visualização móvel; mas vamos falar mais especificamente sobre o design.

A primeira coisa que você precisa considerar é a escala. Tablets e celulares são consideravelmente menores do que computadores e notebooks; portanto, verifique se o texto e as imagens são legíveis em telas pequenas.

Calma, não é bem assim…

Esta semana, diversas fontes decretaram a morte do Internet Explorer, dizendo que sua “aposentadoria” foi anunciada pela Microsoft, e que é “hora de dar adeus” porque o navegador “chega ao fim”. Isso não é verdade: o browser continuará funcionando e seguirá recebendo atualizações de segurança junto ao Windows durante os próximos anos.

A Microsoft anunciou nesta semana que seus aplicativos e serviços oferecerão suporte ao Internet Explorer até o dia 17 de agosto de 2021.
No comunicado, a Microsoft teve o cuidado de esclarecer que “o IE 11 não vai desaparecer e os aplicativos e investimentos legados do IE 11 de nossos clientes continuarão a funcionar”.
Além disso, vale lembrar que o novo Edge com base no Chromium tem um modo Internet Explorer voltado para empresas, cujas aplicações web mais antigas dependem do velho navegador.
A estratégia da Microsoft é manter o Windows 10 como a “última versão” do sistema operacional, atualizando-o a cada semestre. Enquanto isso acontecer, o IE 11 seguirá tendo suporte. Inclusive, ele foi atualizado na semana passada para corrigir falhas de segurança — não precisa dizer adeus para ele por enquanto.

Na essência o sobrinho é o filho do irmão ou irmã.
Também é considerado um sobrinho,  o filho dos cunhados.
O sobrinho, normalmente,  é o orgulho da família: é o querido, inteligente, divertido.
Mas o termo sobrinho também passou a ser sinônimo para levar vantagens.
Como ele está sempre por perto, os parentes o chamam para dar uma “mãozinha” e, como é inteligente, ele sempre tem uma solução, principalmente na área tecnológica, pois é da geração Y ou Z.
A tia comprou um celular novo e não sabe como configurar? Chama o sobrinho.  O notebook do tio travou?Chama o sobrinho. Encantados com o resultado, sempre dão um “dinheirinho” para o sobrinho.
O sobrinho normalmente só estuda e não trabalha e, “de bobo não tem nada”, já viu que pode lucrar com esses “favores” , seja o retorno monetário ou troca de “favores”.
As necessidades e ambições do sobrinho vão aumentando com o passar do tempo. A mesada que recebe não é o suficiente para ir às festinhas, tomar um sorvete com aquela paquera, pegar um cineminha ou, viajar com os amigos.
O amigo do tio tem uma empresa e precisa de um site? A indicação é certa! O tio todo orgulhoso indica o sobrinho que entende tudo de tecnologias.
O sobrinho corre para a internet e olha os tutoriais “Monte você mesmo o seu site”. Bingo!!!
Ele “monta” o site e entrega para o amigo do tio, que fica feliz, principalmente por ter um site, pagar uma “mixaria”  e ainda por cima ajudar o “guri” que é esforçado.
E assim continua, com um ou outro que aparece, ele vai “fazendo” sites e ganhando seu dinheirinho.
Ele não estuda sobre o assunto, não faz nenhuma formação a respeito, pois não precisa, ele já nasceu sabendo tudo de internet.  Ele só precisa fazer propaganda do “negócio” e trabalhar em casa. Barbada!!!
Um belo dia um liga e diz:  “meu site foi hackeado. Tem backup?  NãoAi meus deus!”
Outro diz que não aparece no Google, tem que ser otimizado. Como assim?
Mais um reclamando que os e-mails estão voltando: “os clientes não estão recebendo os e-mails.”, e aí vem uma resposta tranquila do sobrinho: “esta é fácil, liga para eles ou usa o Whats, né tio?”.
Tem aquele outro que não está conseguindo inserir conteúdo ou que as imagens estão desproporcionais: “mas para que mudar conteúdo? “
Sem contar com aquele outro que está sendo processado por utilizar imagens sem autorização, pois o sobrinho pegou na internet: “tavam lá mesmo: é tudo liberado”.
Desespero?
Nada, agora ele nem faz mais isso!
Até porque o sobrinho já está entrando na faculdade e fazendo um curso completamente diferente, portanto não é o foco dele e ele não tem mais tempo para “montar” sites.
Os tios e amigos terão que pagar um profissional de verdade, que atendam as suas necessidades. Isso se ainda tiverem os seus domínios.
O barato sai caro!!
E assim, vemos todos os dias e em todas as áreas os “sobrinhos” soltos por aí.
Tem sobrinho engenheiro, arquiteto, eletricista, mecânico, enfermeiro, coaching (que é a moda do momento)…
A responsabilidade do sobrinho se resume em:
– Ah tio, eu só “tava” quebrando um galho, fazendo um favor.
Bons profissionais investem tempo, dinheiro e disponibilidade para exercer seus ofícios e acompanham os processos de seus clientes do início ao final.
Em nome da crise, muitos querem economizar e recorrem aos sobrinhos e estes pipocam de tudo quanto é lado para se “dar bem”.
Eu tenho muitos anos de profissão e de formação, mas continuo a fazer cursos e especializações. Não tenho nem mais como mensurar quanto  já investi no meu conhecimento. Mas até hoje me deparo com alguém querendo um “favorzinho”, pois eu sei, que na cabeça da pessoa não vai me custar nada ajudar.
Infelizmente a cultura do “sobrinho” persiste.
#Fica a dica: contrate um profissional, solicite referências.

Lucia Costa
Analista de Sistemas

Provavelmente você já viu alguma matéria na TV falando sobre o quanto os brasileiros amam redes sociais. Talvez você até seja uma dessas pessoas que passam um tempão olhando posts, fotos e vídeos.

Então saiba que os números provam que realmente é assim.

Com uma média diária de 3h39 online em redes sociais, o Brasil ficou em segundo no ranking de tempo gasto nesse tipo de site, perdendo somente para Filipinas.

E a tendência é que isso continue crescendo.

No último ano, por exemplo, foram 8 milhões de novos usuários brasileiros em redes sociais, um aumento de 7% em relação ao período anterior. Os números são do relatório Digital in 2018, do site We Are Social.

Abaixo o ranking das redes sociais no Brasil:

1. YouTube

Com um crescimento de mais de 58% usuários no Brasil nos últimos anos, o YouTube é, hoje, a maior rede no Brasil e a segunda maior do mundo. Segundo dados da pesquisa, 95% dos respondentes afirmaram que o site de vídeos é a plataforma mais usada.

Hoje, a plataforma de vídeos é usada para assistir programas, escutar músicas, ver jogos, acompanhar os youtubers e, claro, fazer marketing!

2. Facebook

Com mais de 2 bilhões de usuários, o Facebook conquistou o posto de rede social mais popular do mundo em meados de 2008 e passou a ser destaque no Brasil em 2012.

Não é surpresa que a rede esteja em segundo lugar no país: 90% dos respondentes afirmaram usar da plataforma de interação social.

O Brasil é o terceiro país mais ativo no Facebook, perdendo apenas para os EUA e a Índia.

3. WhatsApp

O WhatsApp também aparece como uma das mais populares redes sociais no país. Em terceiro lugar, conta com 89% dos respondentes brasileiros presentes.

Se antes essa rede era usada apenas para conversar com amigos e famílias, hoje ela é um dos principais aplicativos de mensagem e comunicação não só do Brasil, como do mundo — o aplicativo conta com 1.5 bilhões de usuários globalmente!

4. Instagram

Com 69 milhões de usuários em 2019 no Brasil e o maior índice de engajamento entre as redes sociais, o Instagram é o queridinho do momento!

5. Messenger

Assim como o falecido Google+ se beneficiava com o Gmail, o Messenger também pega carona no sucesso do Facebook.

Apesar de hoje ter mais de 1,2 bilhões de usuários, equiparando-se ao WhatsApp, o aplicativo só deslanchou quando o Facebook mobile passou a exigir o download do Messenger para usar o chat.

6. Twitter

O Brasil tem o segundo maior número de usuários da rede, logo atrás dos Estados Unidos, com mais de 27.7 milhões de contas ativas.

Com esse notável crescimento do Twitter, pode bem interessante para ações de marketing digital e, quando bem usado, pode ser um canal extra de aquisição e branding para sua marca.

7. LinkedIn

A maior rede social corporativa de todo o mundo conta com aproximadamente 200 milhões de usuários pelo globo, sendo mais de 29 milhões deles brasileiros. Faz todo sentido posicionar sua marca por lá, principalmente quando falamos em marcas B2B, focadas em um aspecto mais business.

8. Pinterest

Com 291 milhões de usuários no mundo todo, o Pinterest vem crescendo no Brasil. A rede tem grande potencial, principalmente com o crescimento cada vez maior de investimentos em conteúdo visual, que  é uma tendência cada vez mais forte.

9. Skype

Pode parecer um tanto quanto incomum encontrar o Skype nesta lista, mas, assim como o WhatsApp e o Messenger, ele é identificado como uma plataforma de mídia social da categoria de telefonia por meio da Internet.

De acordo com a pesquisa Digital in 2019, aproximadamente 31% da população brasileira utiliza essa ferramenta de comunicação. Para além do universo de entretenimento e contato social, a rede é amplamente utilizada na comunicação profissional.

10. Snapchat

Apesar de ter passado os últimos anos em queda, o Snapchat ainda conta com 190 milhões de usuários em todo o mundo, e vem crescendo nos recentemente.

Enquanto 11,3% dos brasileiros declaram usar a rede, apenas 2,4% estão presentes, segundo os dados da Social Media Trends 2018. Essa porcentagem representa uma queda de 6 pontos percentuais em relação ao relatório anterior.

Fonte: Resultados Digitais e Rockcontent

Conheça o app mais baixado que Instagram e Facebook nos EUA, o TikTok

O TikTok é um aplicativo que permite gravar vídeos curtos, geralmente com dublagens musicais, danças, clipes ou cenas de humor. O app chegou à lista dos mais baixados nos Estados Unidos, ficando à frente de Instagram e Facebook. O serviço é febre entre o público jovem asiático, especialmente entre os chineses, mas também faz sucesso no Brasil. Influenciadores famosos em outras redes sociais, como Winderson Nunes, já bateram a marca de 200 mil fãs no TikTok.
O que é o TikTok?
O TikTok é um aplicativo para Android e iPhone (iOS), voltado exclusivamente para a gravação e publicação de vídeos curtos, que podem ter de 15 a 60 segundos, tendo a dublagem como foco principal. As dublagens mais famosas são, em sua maioria, realizadas por pessoas utilizando um tom de humor ou fazendo coreografias de dança. Também é permitido gravar vídeos sem o recurso da dublagem, utilizando o áudio do microfone. O aplicativo tem formato de rede social e os usuários podem seguir os perfis uns dos outros, curtir, comentar e compartilhar publicações. Para acessar, é possível usar e-mail ou dados do Facebook, Google ou Twitter.

Principais funções
Para realizar as dublagens, o usuário pode acessar um extenso catálogo do próprio TikTok, que disponibiliza músicas nacionais e internacionais. As faixas são separadas por categoria, entre as mais famosas do momento ou por gênero musical. Ao visualizar um vídeo de um amigo, o aplicativo também exibe o nome do artista e da música utilizada naquela dublagem, para que o usuário também tenha acesso a ela. Ao gravar um vídeo ou enviar um arquivo da galeria, é possível mixar o volume do som ambiente e da faixa escolhida para criar uma sonoridade ideal.
Além das músicas, o app tem vários efeitos visuais de gravação, como filtros faciais, filtros de ambiente e adesivos temáticos. O app também permite o uso de hashtags nas legendas dos vídeos. Ao tocar em uma tag ou pesquisá-la no campo de busca, serão encontrados vídeos relacionados àquele assunto.

Na China, país onde o TikTok também se destaca, quase 9% de todo o tempo online dos usuários é destinado aos vídeos do aplicativo. Mais de um terço dos 1,4 bilhão de chineses, a maior população do mundo, estão ativos em aplicativos de vídeos curtos, e o TikTok, lá chamado de Douyin, é o preferido entre pessoas de todas as idades, incluindo os idosos.
Esse rápido crescimento pode ser atribuído ao intenso investimento em publicidade do serviço. A ByteDance, startup mais valiosa do mundo, com valor de mercado de US$ 75 bilhões, aumentou significativamente os gastos voltados para a divulgação do app, utilizando diferentes meios de anúncios.

Diante dessa crescente, o Facebook estaria desenvolvendo um concorrente direto para o TikTok. Chamado de “Lasso”, direcionado para adolescentes e que também permitiria gravar vídeos curtos e aplicar recursos de dublagem.
No Brasil, perfis de celebridades como Whindersson Nunes e Tirullipa, também famosos no YouTube e no Instagram, chegam a bater a marca de 200 mil fãs no TikTok. Suas publicações ultrapassam as 500 mil curtidas, aqui chamadas de “corações”.

W3alpha

Já procurou um celular para comprar e ficou confuso com tantas opções, configurações e detalhes diferentes? Acredite, você não é o único!
Para fazer a melhor escolha, é preciso pensar em como você usa o celular no seu dia a dia, quais funções acessa mais e o que você pretende ter de melhor.

Então vamos explicar melhor algumas coisas que você deve saber para comprar o celular ideal para o seu dia a dia:

Quais aplicativos eu quero usar?

Quem vai comprar um smartphone para acessar redes sociais e aplicativos de mensagens, como WhatsApp, Facebook e e-mails, pode focar em modelos com processadores quad-core, com quatro núcleos e memória RAM de 1GB, que vão funcionar bem nesses casos. Mas atenção: ao abrir aplicativos um pouquinho mais pesados, esses aparelhos podem ficar lentos.
Por isso, se, além desses aplicativos mais leves, você também quer baixar o Instagram e apps de filmes e séries em streaming, como a Netflix, é melhor escolher um smartphone com processadores octa-core e RAM de 2GB ou 3GB, para evitar que o aparelho fique lento ou apresente lentidão.
Já quem vai baixar jogos médios ou quem costuma fazer várias coisas ao mesmo tempo, como alternar entre reprodução de vídeos do YouTube e as redes sociais ou aplicativos de mensagem, deve apostar em smartphones um pouco mais robustos, com processador octa-core e RAM de 4GB.
Os chamados modelos top de linha ou avançados, com processadores de oito núcleos de melhor desempenho e memória RAM de 6GB ou mais, são indicados para aquelas tarefas realmente muito pesadas, como os jogos mais exigentes, aplicativos de edição de imagens e outras utilizações mais complexas.

Como saber se o espaço de armazenamento é bom?

Mais uma vez, pense na sua rotina. Atualmente, o mínimo indicado é um modelo com armazenamento de 8GB, para que você possa baixar os aplicativos mais populares e salvar arquivos leves, como fotos, que também podem ser armazenadas em cartões de memória.
Caso você queira um espaço mais “confortável”, o ideal é um smartphone com armazenamento de 16GB, o necessário para salvar mais aplicativos e ainda sobrar espaço para uma boa quantidade de fotos e vídeos leves.
Os modelos com 32GB, armazenamento bem comum na categoria de smartphones intermediários, costumam atender bem na maior parte das situações, com muito espaço para apps, fotos e até vídeos em HD ou Full HD.
Finalmente, os smartphones com 64GB ou mais, que podem chegar a até impressionantes 256GB ou 512GB nos modelos mais avançados, são indicados para quem pode investir em preços mais altos, mas não quer se preocupar em ficar sem memória no celular.

Tamanho e definição de tela

Assim como nas outras configurações, os modelos mais simples têm tela menor em tamanho e resolução, que podem não ser muito bons para quem passa mais tempo vendo vídeo ou prefere uma área de trabalho mais espaçosa, enquanto os mais avançados oferecem telas grandes e com alta qualidade de imagem.
Mas alguns smartphones intermediários, mais baratos que os top de linha, têm telas bem confortáveis para navegar com mais espaço e são boas alternativas para quem quer um celular para ver filmes e séries na Netflix e outros aplicativos de vídeos em streaming.

Conexão 4G, 3G e Wi-Fi

Obviamente, a velocidade da internet, seja a internet móvel dos telefones ou do sinal Wi-Fi, é essencial para que você possa navegar bem nos aplicativos, afinal, uma configuração avançada não adianta muita coisa se você não tiver sinal de qualidade.
Embora algumas operadoras já ofereçam a internet 4,5G, a conexão rápida mais conhecida é a 4G, disponível todos os smartphones intermediários ou avançados, e até em alguns modelos mais simples. Se a sua operadora oferece esse serviço na sua cidade, vale investir. Esses celulares também podem acessar as redes 3G e Wi-Fi normalmente.
Você ainda pode encontrar celulares básicos com conexões 3G e Wi-Fi, que costumam ser bem mais baratos e não vão ter problemas em acessar sites, aplicativos e redes sociais, mas não apresentam a mesma velocidade de navegação do 4G.

Outras características e recursos importantes

Até agora, nós falamos dos pontos principais de um smartphone, ou seja, aqueles que definem a sua velocidade de trabalho e navegação. Mas as características dos aparelhos podem ir muito além disso.
Então, você também deve ficar atento às características das câmeras, caso queira um celular bom para fotos, ou em modelos com TV Digital integrada, caso queira a possibilidade de ver os canais da TV aberta no celular e até mesmo nos recursos extras de navegação que cada marca e modelo costuma oferecer.
Ao pesar as características mais importantes para o seu dia a dia e os modelos que melhor atendem a elas, você tem mais chances de comprar um celular com bom custo/benefício.

Fonte: Celular Direto