Em 2016, uma polêmica se formou em torno do Google por conta da privacidade dos usuários e ela está de volta, agora por conta da”Gigante de Buscas” ter confirmado que a sua assistente pessoal e até mesmo alguns dos funcionários ouvem gravações do que os usuários dizem quando dizem “Ok Google” ou apenas estão próximos do celular.

A revelação vem do IndiaToday, onde é afirmado que representantes do Google disseram ao Comitê Parlamentar Permanente de Tecnologia da Informação da Índia que alguns dos seus funcionários escutam conversas feitas entre a Assistente do Google e os usuários dos seus aparelhos, sejam eles celulares ou dispositivos inteligentes.

Em 2019 o Google já havia confirmado que trechos de comandos feitos para a Google Assistente eram enviados ocasionalmente para revisão de seus funcionários. Estes trechos eram desvinculados das suas contas e apenas 0,2% deles eram ouvidos por estes empregados com a finalidade de tornar o recurso mais eficiente.

Entretanto, tudo se torna mais complexo hoje, pois o Google confirmou que trechos de gravações são feitos mesmo quando os usuários não dizem “Ok Google”, dessa forma, o celular ou dispositivo inteligente pode gravar qualquer coisa a qualquer momento.

Para esclarecer melhor, vamos ler um trecho da política de privacidade do Google sobre a Assistente:

 Ocasionalmente, o Assistente será ativado quando você não pretendia, porque detectou incorretamente que você queria sua ajuda (como por um ruído que parece“ Ei, Google ”). Se isso acontecer, basta dizer Oi Google, não era para você, e o Assistente excluirá o último item enviado ao Google.

É muito interessante notar que há o recurso de dizer “Ok Google, não era para você”, entretanto, o Google nunca evidenciou essa possibilidade, que é mencionada apenas nas pequenas letras da Política de Privacidade que você pode acessar pelo link abaixo:

  • Política de Privacidade da Assistente do Google — acessar

De qualquer forma, é um alívio saber que pelo menos as gravações são repassadas em anonimato, pelo menos segundo o Google. Por outro lado, é preocupante notar que estamos sendo gravados o tempo todo pelos nossos aparelhos.

E não é só o Google, quem afirma é o consultor de segurança Dr. Peter Henway, da Asterix. Segundo ele, alguns aplicativos, como o Facebook, têm acesso aos dados de seu microfone. 

“De tempos em tempos, trechos de áudio voltam para [outros aplicativos como o Facebook] os servidores, mas não há um entendimento oficial sobre quais são os gatilhos para isso”, explicou Peter. “Seja com base no tempo ou na localização ou no uso de determinadas funções, os apps certamente estão usando essas permissões de microfone periodicamente. Todos os elementos internos dos aplicativos enviam esses dados de forma criptografada, por isso é muito difícil definir o acionador exato”.

Em outras palavras, como o seu smartphone te escuta? O consultor afirma que existem palavras-chave que ativam a coleta. Da mesma maneira que um “Ok Google” vai ativar o Assistant, se você [supostamente] disser uma palavra como “Japão”, o Facebook vai te mostrar as melhores passagens disponíveis para o país na próxima vez que você estiver online.

Testando na prática

O pessoal da Vice resolveu fazer um teste por conta própria. Duas vezes por dia, durante 5 dias, eles falaram em voz alta ao lado de um smartphone algumas frases que poderiam disparar essa coleta e, posteriormente, exibição de anúncios em redes sociais.

  • Uma das frases ditas era “eu preciso de camisetas”. O Facebook começou a exibir propagandas sobre “roupas de qualidade” logo em seguida, em menos de 24 horas.
  • Após uma conversa sobre os dados de celular estarem acabando, a rede social começou a exibir propagandas de planos para celulares mais baratos e com mais GBs disponíveis.

Qual é o perigo disso? Obviamente, as companhias afirmam que não vendem seus dados e hábitos de navegação, mas o perigo, reside em agências de espionagem que podem abusar dessa coleta de alguma maneira.

O Google silenciosamente concluiu seu teste de origem FLoC (Federated Learning of Cohorts). O teste foi parte da iniciativa Privacy Sandbox do Google , um conjunto de novas tecnologias projetado para substituir cookies de terceiros, impressão digital e outros mecanismos de rastreamento comumente usados. Este experimento específico agrupa pessoas com base em hábitos de navegação e os rotula usando aprendizado de máquina.

O teste do FLoC foi programado para terminar em 13 de julho de 2021, e o Google decidiu remover o projeto da fase de teste enquanto analisa o feedback.

“Decidimos não estender este teste”, disse o engenheiro de software sênior do Google, Josh Karlin, em um tópico no fórum do grupo Blink Developers do Chromium. “Em vez disso, estamos trabalhando duro para melhorar o FLoC para incorporar o feedback que ouvimos da comunidade antes de avançar para mais testes de ecossistema.”

O polêmico experimento encontrou oposição de defensores da privacidade, como os fabricantes do navegador Brave e da EFF, que não consideram o FLoC uma alternativa atraente para o modelo de negócios de vigilância atualmente usado pela indústria de publicidade. Amazon, GitHub, Firefox, Vivaldi, Drupal, Joomla, DuckDuckGo e outras grandes empresas de tecnologia e projetos de código aberto já optaram por bloquear FLoC por padrão.

Até agora, o Twitter tem sido a primeira grande plataforma online que parece estar a bordo do FLoC depois que referências a ele foram recentemente descobertas no código-fonte do aplicativo.

Os esforços iniciais do Google em apresentar o FLoC não conseguiram obter amplo apoio, o que pode ter contribuído para a empresa frear seu plano de eliminar os cookies de terceiros no Chrome até 2022. À medida que a indústria de publicidade cede à pressão dos últimos anos de legislação de privacidade, cookies de terceiros estarão em seu caminho no que é coloquialmente conhecido como “Apocalipse do Cookie”. O Google adiou esse marco para o Chrome para começar em meados de 2023 e terminar no final de 2023. 

“Precisamos avançar em um ritmo responsável”, disse Vinay Goel, diretor de engenharia de privacidade do Chrome. “Isso permitirá que haja tempo suficiente para a discussão pública sobre as soluções certas, o envolvimento contínuo com os reguladores e para que os editores e a indústria de publicidade migrem seus serviços. Isso é importante para evitar colocar em risco os modelos de negócios de muitos editores da web que oferecem suporte a conteúdo disponível gratuitamente. ”

A discussão sobre uma proposta para o WordPress bloquear o FLoC estagnou no Trac, mas pode ter sido prematura em primeiro lugar se o FLoC não terminar de fazer testes adicionais. Os defensores do bloqueio do FLoC viram o suporte ou oposição do WordPress como crítico para o sucesso ou fracasso da adoção do FLoC na web.

Um artigo recente no blog VIP do WordPress.com intitulado “ Adeus, Cookies de terceiros, Hello Google’s FloC ” , indica que a Automattic pode estar em cima do muro na polêmica nova tecnologia:

FLoC tem seus pontos positivos. Mas não é tão focado na privacidade como gostaríamos e pode levar a práticas discriminatórias, conforme descrito acima. Depois, há a preocupação de deixar o Google dominar mais um aspecto da tecnologia. O Google também planeja cobrar de qualquer empresa de rastreamento terceirizada o uso de qualquer um dos dados que coletou.

Por enquanto, parece que as principais plataformas de tecnologia estão fora do gancho para assumir uma posição ativa no FLoC, já que ele foi enviado de volta para grandes modificações. No cronograma atualizado mais recentemente para marcos do Privacy Sandbox, Vinay Goel disse que o Google recebeu “ feedback substancial da comunidade da web durante o teste original para a  primeira versão  do FLoC”.

Na conclusão de seu teste de origem, o FLoC parece longe de estar pronto para adoção, por não ter conseguido se firmar na indústria. A preocupação é que o Google possa forçar o FLoC de qualquer maneira usando o peso da participação de mercado do Chrome, apesar da recepção fria da comunidade da web. Embora essas mudanças propostas para a tecnologia de anúncios afetem toda a indústria, bem como os usuários regulares da Internet, o Google não tem a intenção de divulgar nenhum feedback privado que a empresa recebeu durante o teste de origem do FLoC.

“O principal resumo desse feedback será a próxima versão, e você pode supor com base em quais recursos (e o motivo para essas mudanças) estão disponíveis na próxima versão”, disse o matemático do Google Michael Kleber durante um recente  Web Commerce Interest Group ( Reunião WCIG) . 

Os defensores da privacidade querem ver mais transparência incorporada a este processo, para que as principais preocupações não fiquem sem solução, em vez de deixar que as partes interessadas em toda a web tentem deduzir o que o Google resolveu na próxima versão do FLoC. A reformulação da indústria de publicidade com novas tecnologias deve ser feita abertamente, se essas mudanças forem realmente destinadas a proteger a privacidade das pessoas.

Fonte: WP Tavern

De uma forma geral, a diretriz do SEO (Search Engine Optimization ou,  Otimização para Motores de Busca) é de sempre almejar as palavras-chave mais populares, com algo volume de busca. Realmente, um grande volume tende a resultar em maior exposição, mais visitantes em seu site, e quem sabe você fecha umas vendas ou recebe alguns e-mails pedindo mais informações. Mas, você já pensou no tipo de acessos que está atraindo ao usar palavras-chaves tão amplas?

Na maioria das vezes, a intenção é incerta, e os visitantes acabam voltando para a página dos resultados da busca e procurando uma opção mais adequada. Esse comportamento pode prejudicar seu posicionamento. Sem contar que a concorrência pelas palavras-chave de maior volume é imensa, e as respectivas páginas de resultados de busca estão sempre cheia das marcas mais conhecidos. Não é o melhor cenário para uma nova empresa tentando estabelecer-se no mercado.

É por isso que a melhor opção pode ser implementar as chamadas “palavras-chave de cauda longa” em sua estratégia de SEO. Além de terem uma concorrência bem menor, elas permitem que você acerte em cheio com boas ideias de conteúdo para seu site e artigos para seu blog. Essas palavras-chave bastante específicas ajudarão a trazer mais acessos às suas páginas, e agora estamos falando de acessos de melhor qualidade. Com o tempo, a taxa de conversão do seu site vai decolar!

O que são palavras-chave de cauda longa?

Qualquer coisa a partir de três palavras já pode ser considerada uma palavra-chave de cauda longa. 

Por exemplo, uma pessoa usando uma única palavra, como “pizza”, provavelmente encontrará um amplo leque de resultados, desde a definição e a história da pizza até grandes marcas, como Pizza Hut. Mas alguém com um claro desejo de pizza nas altas horas, procurando “entrega de pizza vegana de madrugada”, sabe exatamente o que quer. Por isso, os resultados recebidos têm mais chances de serem muito específicos, e a pessoa que os buscou tem uma maior tendência a clicar naqueles resultados e pedir uma deliciosa pizza sem queijo.

Como pequeno empresário ou prestador de serviço, você sabe que cada conversão faz diferença. Imaginemos que seu site atrai 100 pessoas por dia a partir dos resultados de buscas ao digitar uma palavra-chave ampla. Dessas 100, umas três acabam finalizando uma compra ou enviando um e-mail com um pedido de orçamento (a depender do objetivo do seu site). Sua taxa de conversão é 3%.

Digitando uma palavra-chave bastante específica, 20 pessoas encontram seu site. Dessas 20, três se convertem em consumidores. Rapidamente, sua taxa de conversão passa a ser 15%. É um baita impacto em seu negócio! Sem falar que, quanto mais pessoas realizarem a ação que você deseja que realizem em seu site, mais o Google notará na hora de dar um empurrãozinho no seu SEO. Mais uma razão pela qual as palavras-chave de cauda longa são tão valiosas.

Alguns dirão: – Para o WhatsApp, claro!
Outros falarão: – É óbvio que para o site!

Então vamos pensar melhor esta questão.

Rastreamento de dados: no WhatsApp não é possível saber de onde vem o seu visitante/cliente, já no site é possível. Logo para estratégia de marketing e escabilidade das vendas, o site é melhor.

Pagamento: No WhatsApp e no site é possível efetuar o pagamento, mas no primeiro ainda é necessário enviar o link de pagamento, já pelo site, o cliente nem precisa da sua ajuda para finalizar o pagamento.

Logística: O WhatsApp ainda não é integrado com ferramentas de ERP e ainda não tem uma solução de e-commerce completa. Já na maioria das plataformas de e-commerce do mercado é possível, tornando o processo mais fácil.

Segurança: O WhatsApp não é seu, qualquer um pode criar uma conta com o mesmo estilo de perfil que o seu negócio e se passar por você (se passam até por grandes empresas). Já o site, ninguém pode ter um domínio igual o seu, ele é único, gerando segurança para o seu cliente, garantindo mais conversões a longo prazo.

Resumo da ópera: O WhatsApp é para pequenos e médios? Sim, funciona muito bem e não deve ser descartado. Mas sempre tenha em mente que construir sua casa em terreno alugado nunca é a melhor opção, tenha o seu próprio espaço na internet e leve o tráfego para ele.

Ao postar uma imagem em seu site, blog, loja virtual ou redes sociais, você está fazendo uso da imagem, tendo ou não os direitos comerciais para utilizá-la. Conforme a necessidade, a grande maioria das pessoas busca no Google Imagens algum tipo de foto ou desenho que represente a ideia que quer ser passada, sem, contudo, se preocupar com os direitos autorais.

O Google é o maior indexador de conteúdo da internet, se o conteúdo não está no Google, provavelmente só poderá ser encontrado na Deep Web. Quando a busca é feita no Google Imagens, praticamente qualquer imagem exposta em qualquer site é colocada à disposição do usuário, dando a falsa impressão de que podemos pegar todo aquele conteúdo e usarmos conforme nossa conveniência.

Se aquela imagem não foi disponibilizada mediante uma licença de livre uso comercial, presume-se que seu uso deverá ser pago, não podendo o usuário “pegar” a imagem e simplesmente utilizá-la em seu site, rede social ou por qualquer meio físico ou eletrônico.

De modo a evitar tais problemas, existem alguns sites que oferecem, gratuitamente, conteúdo com licença comercial, de forma gratuita. Em nossos artigos utilizamos imagens desta lista,  sem que houvesse qualquer infração a direito autoral de terceiro.

Como sugestão indicamos os seguintes sites:

https://pixabay.com/

https://openphoto.net/gallery/browse.html

https://freerangestock.com/

 

Existem diversos sites que vendem fotos de qualidade superior, tendo também um acervo infinitamente maior, seguem abaixo alguns exemplos:

https://www.shutterstock.com/pt/

https://br.depositphotos.com/

https://www.offset.com/

 

Pesquisando no Google Imagens, em ferramentas, você encontrará:

Todas – Como o termo sugere, irão aparecer todas as imagens, com e sem direitos.

Licenças Creative Commons – Alternativa aos direitos autorais, as licenças CC se diferenciam do copyright pela flexibilidade, simplicidade, gratuidade e acessibilidade. Ao contrário de conteúdos que possuem o selo “Todos os direitos reservados”, os autores podem criar termos de licença de acordo com as suas necessidades.

Licença comercial ou outras: essas imagens têm licenças não Creative Commons e podem ser de sites gratuitos ou comerciais que exigem pagamento.

Fonte: Jusbrasil 

E quem não está aproveitando o e-commerce?

Principais problemas de quem não está no e-commerce

E quem não está aproveitando as oportunidades que o e-commerce oferece está enfrentando:

  • Crise no Brasil
  • Números de consumidores limitados a região física da loja
  • Custo alto para exibição dos produtos
  • Custo alto para aumento de pontos de venda
  • Baixa informações sobre o consumidor
  • Horário de funcionamento limitado
  • Vender somente o que tem em estoque
  • Perdendo seus clientes constantemente para lojas virtuais!

Quem cuida da loja?

Que tipo de conhecimento em informática devo ter para administrar uma loja virtual? Quem contratar para administrar a loja?

Você não precisa se tornar um programador ou um expert em informática para abrir uma loja virtual.

O gerenciamento da loja é feito de forma bem simples, portanto, não exige nenhum conhecimento avançado em informática ou qualquer tipo de conhecimento em programação para administrar um e-commerce.

Inicialmente você mesmo poderá administrar, no entanto, contratar um profissional exclusivamente para isso, dependerá do tamanho da sua empresa e dos seus objetivos na internet, para que supra perfeitamente sua necessidade.

Como é feito o cadastro dos produtos? Quem faz o cadastro?

Não tem segredo, toda a administração da loja virtual é realizada pelo próprio lojista.

Você não precisa ter nenhum conhecimento em informática avançado, pois o painel de controle da loja virtual é de fácil acesso, simples e prático.

O processo é idêntico a loja física, porém, o lojista virtual tem a vantagem de ter um sistema prático para gerenciar seus produtos, afinal, é você quem vai cadastrar, conforme a categoria ou subcategoria, especificando cor, modelo, marca, tamanho, medida, peso, entre outras características.

No momento do cadastro, você insere uma descrição, o preço do seu produto e seleciona a quantidade de fotos e vídeos necessário.

Dedique um tempo às fotos, aliás, fotos de qualidade são essenciais, pois é o ponto de maior atenção do cliente. Na loja virtual, costuma-se dizer que não vendemos produtos, vendemos fotos.

Apresentar um ambiente organizado e agradável para navegar, já conquista a confiança dos clientes logo de cara. Quanto mais informações, mais chances de vendas. Para ter um e-commerce de sucesso, trabalhar conteúdo (uma descrição bem feita, informações claras, fotos de qualidade, criar um blog, etc.) é essencial.

 

Fonte: Climba

O que é um serviço de hospedagem?

Depois de registrar seu domínio você precisa ter um serviço de hospedagem. O serviço de hospedagem é onde você armazena seu e-commerce e disponibiliza-lo na internet. Basicamente armazena todos os arquivos que são necessários para visualizar sua loja virtual, como arquivos de textos, imagens, vídeos ou qualquer outra funcionalidade que a loja possui. Ou seja, a sua loja virtual poderá ser acessada 24 horas por dia, em qualquer lugar do mundo.

Os planos de hospedagem também permitem que você tenha um e-mail próprio, como contato@nomedasualoja.com.br, tornando seu negócio ainda mais sério e exclusivo.

Eu preciso de uma Plataforma?

Sim, o próximo passo é escolher uma Plataforma para a sua loja, é através da plataforma que você vai poder cadastrar os seus produtos, as fotos, a descrição, acompanhar os pedidos, identificar o pagamento, receber o dinheiro, etc. A escolha dessa plataforma é fundamental para o sucesso do seu e-commerce.

Contrate uma plataforma que ofereça suporte para você e ainda proporcione as principais funcionalidades e tecnologias do mercado.

Indicamos o Woocommerce doWordPress.

Mas, quais são as principais funcionalidades de uma loja virtual?

As funcionalidades e possibilidades são imensas, você deve escolher aquelas que forem relevantes para o sucesso da sua loja, veja algumas:

  • Layout Exclusivo
  • Design Responsivo
  • Relatórios gerenciais
  • Menus interativos
  • SEO – Otimização para Mecanismos de Buscas
  • Sistema de Buscas
  • Sistema de Carrinho
  • Busca por Tags
  • Comprar por Ambiente
  • Comprar por Marca
  • Integração com Mídias Sociais
  • Segmentação por Departamento
  • Relatório de Estatísticas dos Produtos
  • Listas de Presentes
  • Integração com Marketplaces
  • Atacado ou Varejo – B2B B2C
  • Compre Junto
  • Cupom de Desconto

 

Para ter sucesso, uma loja virtual precisa oferecer aos seus clientes as principais funcionalidade que garantam uma navegabilidade agradável, uma compra 100% segura e a garantia de que ele retorne à loja mais vezes.

Se a sua loja já tem nome, você precisa ter um domínio registrado, mas, primeiramente vamos entender o que é domínio. Domínio é um nome que serve para localizar e identificar sua empresa na internet, é a base de toda sua identificação profissional.

É composto por um nome e uma extensão, por exemplo: www.nomedasualoja.com.br .COM.BR é a extensão da sua loja.

A extensão mais utilizada no Brasil é .com.br, se você optar por essa, o primeiro passo a ser dado é acessar o site www.registro.br e verificar se o domínio que você deseja registrar, o nome da sua empresa, por exemplo, está disponível. Se o domínio já estiver sido registrado por outra pessoa, o próprio site Registro.br mostrará outras opções para você escolher.

DICA IMPORTANTE
  • Você já tem um segmento para atuar? No e-commerce tem-se a vantagem de trabalhar com diversos nichos de mercado. Você sabe O que é Nicho de Mercado? Já possui um?
  • Se você ainda não tem um nome para o seu negócio, é importante primeiramente verificar a disponibilidade do registro, para que sua loja virtual tenha um nome legal e intuitivo. Geralmente, a empresa contratada para fazer o seu e-commerce, dará todo o auxílio e suporte necessário nessa questão.

Você já deve ter se perguntado “O que é e-commerce?”. E-commerce é a abreviação em inglês de comércio eletrônico, ou seja, toda transação comercial (compra e venda) feita através da internet com o auxílio de um equipamento eletrônico.

Não se engane em pensar que essa é uma dúvida boba e pouco recorrente, mas estamos aqui para ajudar a entender. 

Loja virtual, loja online, comércio eletrônico ou e-commerce nada mais é que um site onde permite vender pela internet produtos ou serviços.

O e-commerce, então, se refere às transações comerciais realizadas totalmente online. Desde a escolha do produto pelo cliente, até a finalização do pedido, com o pagamento, todo o processo deve ser realizado por meios digitais.

Nesse tipo de comércio, a única etapa no mundo físico é a da logística de entrega das encomendas aos compradores.

Além dos processos de compra, o e-commerce se baseia, principalmente, na divulgação e promoção de seus produtos ou serviços — uma vez que as duas coisas podem ser vendidas online, por meio do marketing digital

Do ponto de vista do consumidor, a compra pela internet torna esse processo muito mais simples. Do conforto de sua casa — ou de qualquer lugar, no caso dos smartphones —, é possível adquirir qualquer tipo de produto.

Nos tempos atuais, os consumidores estão cada vez mais consumindo pela internet.

 

 

O comércio eletrônico brasileiro alcançou a marca de 1,49 bilhão de acessos em fevereiro, número que representa um aumento de 21% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A informação é do Relatório E-commerce no Brasil, desenvolvido pela Conversion.

O estudo possui frequência mensal e analisa o tráfego dos 200 maiores sites do Brasil em 15 setores.

Dos segmentos analisados, dez tiveram aumento de mais de 10% no YoY (Year over Year), como Farmácia & Saúde, com alta de 85,70%, Pet (78,29%), Comidas & Bebidas (53,37%), Casa & Móveis (51,89%), Moda (36,6%), Educação (31,32%), e Eletrônicos e Eletrodomésticos (25,77%).

Os setores de Turismo e Infantil tiveram queda de 23,25% e 10,95%, respectivamente, comparado ao ano anterior. No comparativo mensal com janeiro, todos os setores recuaram.

O segmento de Farmácia & Saúde liderou o ranking de setores com maior crescimento (+86%) no pós-pandemia (fevereiro/21 vs. fevereiro/20) e também no comparativo anual.

Comércio eletrônico no celular

Em fevereiro, o mobile foi o meio preferido pelos consumidores para acessar os e-commerces, registrando 66,2% das visitas totais.

O levantamento ainda mostra que dados relacionados a fontes de tráfego, como canal de busca (orgânico e pago), possuem a maior parcela do tráfego (59%), evidenciando a importância de as marcas estarem bem posicionadas nos buscadores.

Fonte: E-Commerce Brasil