Se você realiza negócios via e-mail, sua assinatura é, muitas vezes, um dos pontos finais da comunicação entre o consumidor e seu serviço ou sua marca.

Uma boa assinatura de e-mail deve ser simples, informativa, profissional e objetiva. Mas isso não significa que deva ser sem graça e entediante. Existem muitas formas de tirar o máximo de proveito da sua assinatura de e-mail.

Veja, abaixo, algumas dicas que poderão lhe ajudar:

 

01. Não sobrecarregue com muitas informações
Um erro comum em assinaturas de e-mail é tratá-las como uma minibiografia e sobrecarregá-las com muitos links, informações, citações e outros dados desnecessários. Ao incluir informações em excesso, você faz com que sua assinatura fique longa e volumosa, causando desinteresse no leitor. Em vez disso, tente manter sua assinatura objetiva e personalizada.

 

02. Trabalhe com uma paleta de cores restrita
Uma regra comum ao se elaborar uma paleta de cores é “menos é mais”; mais especificamente, tente somente usar 2 ou 3 cores, e isso é especialmente válido para o design da sua assinatura de e-mail.

 

03. Mantenha fontes ainda mais restrita
Você já sabe que deve ser seletivo quanto às cores; mas e a paleta de fontes? Você já deve ter adivinhado que, assim como com as cores, se você usar muitas fontes, pode sobrecarregar a sua assinatura, deixando-a ilegível e distrativa.

 

04. Use uma hierarquia de direcionamento de olhar
Ter uma hierarquia definida é uma obrigação em qualquer design que usa comunicação textual; e como sua assinatura de e-mail é composta por informações importantes, a hierarquia é especialmente relevante.

Na hora de projetar a assinatura, use escalas, cores e espessuras de fonte que chamem a atenção do leitor para certos elementos prioritários. Pode ser o nome do autor ou a marca da empresa; o importante é que você coloque estes elementos mais importantes no topo da assinatura.

 

06. Use ícones de redes sociais para direcionar o tráfego
Seu negócio possui uma presença ativa nas redes sociais? Então coloque os ícones de suas redes sociais na assinatura. Ao fazer isso, você não apenas direcionar o tráfego para o seu conteúdo online, como também ajuda o destinatário do e-mail a descobrir novas maneiras de contatar e acompanhar você.

 

07. Alinhe seu design
Ao alinhar seus elementos gráficos e textuais de forma lógica e simples, você proporciona ao design ordem e harmonia instantaneamente.

 

09. Pense na visualização em dispositivos móveis
É fato: o número de pessoas que abrem seus e-mails através de dispositivos móveis não para de aumentar com o passar do tempo. Dados da Campaign Monitor apontam que 41% das pessoas abrem seus e-mails através de celulares ou tablets.

Existem muitos aspectos técnicos que devem ser levados em consideração na hora de criar uma assinatura responsiva e amigável à visualização móvel; mas vamos falar mais especificamente sobre o design.

A primeira coisa que você precisa considerar é a escala. Tablets e celulares são consideravelmente menores do que computadores e notebooks; portanto, verifique se o texto e as imagens são legíveis em telas pequenas.

Calma, não é bem assim…

Esta semana, diversas fontes decretaram a morte do Internet Explorer, dizendo que sua “aposentadoria” foi anunciada pela Microsoft, e que é “hora de dar adeus” porque o navegador “chega ao fim”. Isso não é verdade: o browser continuará funcionando e seguirá recebendo atualizações de segurança junto ao Windows durante os próximos anos.

A Microsoft anunciou nesta semana que seus aplicativos e serviços oferecerão suporte ao Internet Explorer até o dia 17 de agosto de 2021.
No comunicado, a Microsoft teve o cuidado de esclarecer que “o IE 11 não vai desaparecer e os aplicativos e investimentos legados do IE 11 de nossos clientes continuarão a funcionar”.
Além disso, vale lembrar que o novo Edge com base no Chromium tem um modo Internet Explorer voltado para empresas, cujas aplicações web mais antigas dependem do velho navegador.
A estratégia da Microsoft é manter o Windows 10 como a “última versão” do sistema operacional, atualizando-o a cada semestre. Enquanto isso acontecer, o IE 11 seguirá tendo suporte. Inclusive, ele foi atualizado na semana passada para corrigir falhas de segurança — não precisa dizer adeus para ele por enquanto.

Na essência o sobrinho é o filho do irmão ou irmã.
Também é considerado um sobrinho,  o filho dos cunhados.
O sobrinho, normalmente,  é o orgulho da família: é o querido, inteligente, divertido.
Mas o termo sobrinho também passou a ser sinônimo para levar vantagens.
Como ele está sempre por perto, os parentes o chamam para dar uma “mãozinha” e, como é inteligente, ele sempre tem uma solução, principalmente na área tecnológica, pois é da geração Y ou Z.
A tia comprou um celular novo e não sabe como configurar? Chama o sobrinho.  O notebook do tio travou?Chama o sobrinho. Encantados com o resultado, sempre dão um “dinheirinho” para o sobrinho.
O sobrinho normalmente só estuda e não trabalha e, “de bobo não tem nada”, já viu que pode lucrar com esses “favores” , seja o retorno monetário ou troca de “favores”.
As necessidades e ambições do sobrinho vão aumentando com o passar do tempo. A mesada que recebe não é o suficiente para ir às festinhas, tomar um sorvete com aquela paquera, pegar um cineminha ou, viajar com os amigos.
O amigo do tio tem uma empresa e precisa de um site? A indicação é certa! O tio todo orgulhoso indica o sobrinho que entende tudo de tecnologias.
O sobrinho corre para a internet e olha os tutoriais “Monte você mesmo o seu site”. Bingo!!!
Ele “monta” o site e entrega para o amigo do tio, que fica feliz, principalmente por ter um site, pagar uma “mixaria”  e ainda por cima ajudar o “guri” que é esforçado.
E assim continua, com um ou outro que aparece, ele vai “fazendo” sites e ganhando seu dinheirinho.
Ele não estuda sobre o assunto, não faz nenhuma formação a respeito, pois não precisa, ele já nasceu sabendo tudo de internet.  Ele só precisa fazer propaganda do “negócio” e trabalhar em casa. Barbada!!!
Um belo dia um liga e diz:  “meu site foi hackeado. Tem backup?  NãoAi meus deus!”
Outro diz que não aparece no Google, tem que ser otimizado. Como assim?
Mais um reclamando que os e-mails estão voltando: “os clientes não estão recebendo os e-mails.”, e aí vem uma resposta tranquila do sobrinho: “esta é fácil, liga para eles ou usa o Whats, né tio?”.
Tem aquele outro que não está conseguindo inserir conteúdo ou que as imagens estão desproporcionais: “mas para que mudar conteúdo? “
Sem contar com aquele outro que está sendo processado por utilizar imagens sem autorização, pois o sobrinho pegou na internet: “tavam lá mesmo: é tudo liberado”.
Desespero?
Nada, agora ele nem faz mais isso!
Até porque o sobrinho já está entrando na faculdade e fazendo um curso completamente diferente, portanto não é o foco dele e ele não tem mais tempo para “montar” sites.
Os tios e amigos terão que pagar um profissional de verdade, que atendam as suas necessidades. Isso se ainda tiverem os seus domínios.
O barato sai caro!!
E assim, vemos todos os dias e em todas as áreas os “sobrinhos” soltos por aí.
Tem sobrinho engenheiro, arquiteto, eletricista, mecânico, enfermeiro, coaching (que é a moda do momento)…
A responsabilidade do sobrinho se resume em:
– Ah tio, eu só “tava” quebrando um galho, fazendo um favor.
Bons profissionais investem tempo, dinheiro e disponibilidade para exercer seus ofícios e acompanham os processos de seus clientes do início ao final.
Em nome da crise, muitos querem economizar e recorrem aos sobrinhos e estes pipocam de tudo quanto é lado para se “dar bem”.
Eu tenho muitos anos de profissão e de formação, mas continuo a fazer cursos e especializações. Não tenho nem mais como mensurar quanto  já investi no meu conhecimento. Mas até hoje me deparo com alguém querendo um “favorzinho”, pois eu sei, que na cabeça da pessoa não vai me custar nada ajudar.
Infelizmente a cultura do “sobrinho” persiste.
#Fica a dica: contrate um profissional, solicite referências.

Lucia Costa
Analista de Sistemas

Provavelmente você já viu alguma matéria na TV falando sobre o quanto os brasileiros amam redes sociais. Talvez você até seja uma dessas pessoas que passam um tempão olhando posts, fotos e vídeos.

Então saiba que os números provam que realmente é assim.

Com uma média diária de 3h39 online em redes sociais, o Brasil ficou em segundo no ranking de tempo gasto nesse tipo de site, perdendo somente para Filipinas.

E a tendência é que isso continue crescendo.

No último ano, por exemplo, foram 8 milhões de novos usuários brasileiros em redes sociais, um aumento de 7% em relação ao período anterior. Os números são do relatório Digital in 2018, do site We Are Social.

Abaixo o ranking das redes sociais no Brasil:

1. YouTube

Com um crescimento de mais de 58% usuários no Brasil nos últimos anos, o YouTube é, hoje, a maior rede no Brasil e a segunda maior do mundo. Segundo dados da pesquisa, 95% dos respondentes afirmaram que o site de vídeos é a plataforma mais usada.

Hoje, a plataforma de vídeos é usada para assistir programas, escutar músicas, ver jogos, acompanhar os youtubers e, claro, fazer marketing!

2. Facebook

Com mais de 2 bilhões de usuários, o Facebook conquistou o posto de rede social mais popular do mundo em meados de 2008 e passou a ser destaque no Brasil em 2012.

Não é surpresa que a rede esteja em segundo lugar no país: 90% dos respondentes afirmaram usar da plataforma de interação social.

O Brasil é o terceiro país mais ativo no Facebook, perdendo apenas para os EUA e a Índia.

3. WhatsApp

O WhatsApp também aparece como uma das mais populares redes sociais no país. Em terceiro lugar, conta com 89% dos respondentes brasileiros presentes.

Se antes essa rede era usada apenas para conversar com amigos e famílias, hoje ela é um dos principais aplicativos de mensagem e comunicação não só do Brasil, como do mundo — o aplicativo conta com 1.5 bilhões de usuários globalmente!

4. Instagram

Com 69 milhões de usuários em 2019 no Brasil e o maior índice de engajamento entre as redes sociais, o Instagram é o queridinho do momento!

5. Messenger

Assim como o falecido Google+ se beneficiava com o Gmail, o Messenger também pega carona no sucesso do Facebook.

Apesar de hoje ter mais de 1,2 bilhões de usuários, equiparando-se ao WhatsApp, o aplicativo só deslanchou quando o Facebook mobile passou a exigir o download do Messenger para usar o chat.

6. Twitter

O Brasil tem o segundo maior número de usuários da rede, logo atrás dos Estados Unidos, com mais de 27.7 milhões de contas ativas.

Com esse notável crescimento do Twitter, pode bem interessante para ações de marketing digital e, quando bem usado, pode ser um canal extra de aquisição e branding para sua marca.

7. LinkedIn

A maior rede social corporativa de todo o mundo conta com aproximadamente 200 milhões de usuários pelo globo, sendo mais de 29 milhões deles brasileiros. Faz todo sentido posicionar sua marca por lá, principalmente quando falamos em marcas B2B, focadas em um aspecto mais business.

8. Pinterest

Com 291 milhões de usuários no mundo todo, o Pinterest vem crescendo no Brasil. A rede tem grande potencial, principalmente com o crescimento cada vez maior de investimentos em conteúdo visual, que  é uma tendência cada vez mais forte.

9. Skype

Pode parecer um tanto quanto incomum encontrar o Skype nesta lista, mas, assim como o WhatsApp e o Messenger, ele é identificado como uma plataforma de mídia social da categoria de telefonia por meio da Internet.

De acordo com a pesquisa Digital in 2019, aproximadamente 31% da população brasileira utiliza essa ferramenta de comunicação. Para além do universo de entretenimento e contato social, a rede é amplamente utilizada na comunicação profissional.

10. Snapchat

Apesar de ter passado os últimos anos em queda, o Snapchat ainda conta com 190 milhões de usuários em todo o mundo, e vem crescendo nos recentemente.

Enquanto 11,3% dos brasileiros declaram usar a rede, apenas 2,4% estão presentes, segundo os dados da Social Media Trends 2018. Essa porcentagem representa uma queda de 6 pontos percentuais em relação ao relatório anterior.

Fonte: Resultados Digitais e Rockcontent

Conheça o app mais baixado que Instagram e Facebook nos EUA, o TikTok

O TikTok é um aplicativo que permite gravar vídeos curtos, geralmente com dublagens musicais, danças, clipes ou cenas de humor. O app chegou à lista dos mais baixados nos Estados Unidos, ficando à frente de Instagram e Facebook. O serviço é febre entre o público jovem asiático, especialmente entre os chineses, mas também faz sucesso no Brasil. Influenciadores famosos em outras redes sociais, como Winderson Nunes, já bateram a marca de 200 mil fãs no TikTok.
O que é o TikTok?
O TikTok é um aplicativo para Android e iPhone (iOS), voltado exclusivamente para a gravação e publicação de vídeos curtos, que podem ter de 15 a 60 segundos, tendo a dublagem como foco principal. As dublagens mais famosas são, em sua maioria, realizadas por pessoas utilizando um tom de humor ou fazendo coreografias de dança. Também é permitido gravar vídeos sem o recurso da dublagem, utilizando o áudio do microfone. O aplicativo tem formato de rede social e os usuários podem seguir os perfis uns dos outros, curtir, comentar e compartilhar publicações. Para acessar, é possível usar e-mail ou dados do Facebook, Google ou Twitter.

Principais funções
Para realizar as dublagens, o usuário pode acessar um extenso catálogo do próprio TikTok, que disponibiliza músicas nacionais e internacionais. As faixas são separadas por categoria, entre as mais famosas do momento ou por gênero musical. Ao visualizar um vídeo de um amigo, o aplicativo também exibe o nome do artista e da música utilizada naquela dublagem, para que o usuário também tenha acesso a ela. Ao gravar um vídeo ou enviar um arquivo da galeria, é possível mixar o volume do som ambiente e da faixa escolhida para criar uma sonoridade ideal.
Além das músicas, o app tem vários efeitos visuais de gravação, como filtros faciais, filtros de ambiente e adesivos temáticos. O app também permite o uso de hashtags nas legendas dos vídeos. Ao tocar em uma tag ou pesquisá-la no campo de busca, serão encontrados vídeos relacionados àquele assunto.

Na China, país onde o TikTok também se destaca, quase 9% de todo o tempo online dos usuários é destinado aos vídeos do aplicativo. Mais de um terço dos 1,4 bilhão de chineses, a maior população do mundo, estão ativos em aplicativos de vídeos curtos, e o TikTok, lá chamado de Douyin, é o preferido entre pessoas de todas as idades, incluindo os idosos.
Esse rápido crescimento pode ser atribuído ao intenso investimento em publicidade do serviço. A ByteDance, startup mais valiosa do mundo, com valor de mercado de US$ 75 bilhões, aumentou significativamente os gastos voltados para a divulgação do app, utilizando diferentes meios de anúncios.

Diante dessa crescente, o Facebook estaria desenvolvendo um concorrente direto para o TikTok. Chamado de “Lasso”, direcionado para adolescentes e que também permitiria gravar vídeos curtos e aplicar recursos de dublagem.
No Brasil, perfis de celebridades como Whindersson Nunes e Tirullipa, também famosos no YouTube e no Instagram, chegam a bater a marca de 200 mil fãs no TikTok. Suas publicações ultrapassam as 500 mil curtidas, aqui chamadas de “corações”.

W3alpha

Já procurou um celular para comprar e ficou confuso com tantas opções, configurações e detalhes diferentes? Acredite, você não é o único!
Para fazer a melhor escolha, é preciso pensar em como você usa o celular no seu dia a dia, quais funções acessa mais e o que você pretende ter de melhor.

Então vamos explicar melhor algumas coisas que você deve saber para comprar o celular ideal para o seu dia a dia:

Quais aplicativos eu quero usar?

Quem vai comprar um smartphone para acessar redes sociais e aplicativos de mensagens, como WhatsApp, Facebook e e-mails, pode focar em modelos com processadores quad-core, com quatro núcleos e memória RAM de 1GB, que vão funcionar bem nesses casos. Mas atenção: ao abrir aplicativos um pouquinho mais pesados, esses aparelhos podem ficar lentos.
Por isso, se, além desses aplicativos mais leves, você também quer baixar o Instagram e apps de filmes e séries em streaming, como a Netflix, é melhor escolher um smartphone com processadores octa-core e RAM de 2GB ou 3GB, para evitar que o aparelho fique lento ou apresente lentidão.
Já quem vai baixar jogos médios ou quem costuma fazer várias coisas ao mesmo tempo, como alternar entre reprodução de vídeos do YouTube e as redes sociais ou aplicativos de mensagem, deve apostar em smartphones um pouco mais robustos, com processador octa-core e RAM de 4GB.
Os chamados modelos top de linha ou avançados, com processadores de oito núcleos de melhor desempenho e memória RAM de 6GB ou mais, são indicados para aquelas tarefas realmente muito pesadas, como os jogos mais exigentes, aplicativos de edição de imagens e outras utilizações mais complexas.

Como saber se o espaço de armazenamento é bom?

Mais uma vez, pense na sua rotina. Atualmente, o mínimo indicado é um modelo com armazenamento de 8GB, para que você possa baixar os aplicativos mais populares e salvar arquivos leves, como fotos, que também podem ser armazenadas em cartões de memória.
Caso você queira um espaço mais “confortável”, o ideal é um smartphone com armazenamento de 16GB, o necessário para salvar mais aplicativos e ainda sobrar espaço para uma boa quantidade de fotos e vídeos leves.
Os modelos com 32GB, armazenamento bem comum na categoria de smartphones intermediários, costumam atender bem na maior parte das situações, com muito espaço para apps, fotos e até vídeos em HD ou Full HD.
Finalmente, os smartphones com 64GB ou mais, que podem chegar a até impressionantes 256GB ou 512GB nos modelos mais avançados, são indicados para quem pode investir em preços mais altos, mas não quer se preocupar em ficar sem memória no celular.

Tamanho e definição de tela

Assim como nas outras configurações, os modelos mais simples têm tela menor em tamanho e resolução, que podem não ser muito bons para quem passa mais tempo vendo vídeo ou prefere uma área de trabalho mais espaçosa, enquanto os mais avançados oferecem telas grandes e com alta qualidade de imagem.
Mas alguns smartphones intermediários, mais baratos que os top de linha, têm telas bem confortáveis para navegar com mais espaço e são boas alternativas para quem quer um celular para ver filmes e séries na Netflix e outros aplicativos de vídeos em streaming.

Conexão 4G, 3G e Wi-Fi

Obviamente, a velocidade da internet, seja a internet móvel dos telefones ou do sinal Wi-Fi, é essencial para que você possa navegar bem nos aplicativos, afinal, uma configuração avançada não adianta muita coisa se você não tiver sinal de qualidade.
Embora algumas operadoras já ofereçam a internet 4,5G, a conexão rápida mais conhecida é a 4G, disponível todos os smartphones intermediários ou avançados, e até em alguns modelos mais simples. Se a sua operadora oferece esse serviço na sua cidade, vale investir. Esses celulares também podem acessar as redes 3G e Wi-Fi normalmente.
Você ainda pode encontrar celulares básicos com conexões 3G e Wi-Fi, que costumam ser bem mais baratos e não vão ter problemas em acessar sites, aplicativos e redes sociais, mas não apresentam a mesma velocidade de navegação do 4G.

Outras características e recursos importantes

Até agora, nós falamos dos pontos principais de um smartphone, ou seja, aqueles que definem a sua velocidade de trabalho e navegação. Mas as características dos aparelhos podem ir muito além disso.
Então, você também deve ficar atento às características das câmeras, caso queira um celular bom para fotos, ou em modelos com TV Digital integrada, caso queira a possibilidade de ver os canais da TV aberta no celular e até mesmo nos recursos extras de navegação que cada marca e modelo costuma oferecer.
Ao pesar as características mais importantes para o seu dia a dia e os modelos que melhor atendem a elas, você tem mais chances de comprar um celular com bom custo/benefício.

Fonte: Celular Direto

O canudo é utilizado por uns 10 ou 15 min e jogado fora, qual o problema?

O problema é enorme, pois este mesmo canudo utilizado poucos minutos, leva 500 anos para se decompor na natureza.

História do uso do canudo
Os primeiros canudos datam de 3.000 a.C.. Eles foram feitos pelas sumérias para evitar os subprodutos sólidos da fermentação da cerveja, que ficavam no fundo do copo. O canudo era basicamente um tubo de ouro enfeitado com pedras preciosas azuis, lembrando a bomba de chimarrão e de tererê utilizada pelos gaúchos.

Em 1800, o canudo de centeio (ou palha) se tornou popular por ser barato e macio. A desvantagem é que ele se desfazia facilmente com o contato com a água e dava sabor de centeio a todas as bebidas. Para resolver esse problema, surgiu o canudo de papel, que, em 1888, foi adaptado e patenteado por Marvin C. Stone.

Impacto ambiental
Com a invenção do plástico, os canudinhos passaram a ser feitos em larga escala com esse tipo de material.

O canudinho de plástico representa 4% de todo o lixo plástico do mundo e, por ser feito de polipropileno e poliestireno (plásticos), não é biodegradável, podendo levar até mil anos para se decompor no meio ambiente!

A produção do canudinho de plástico contribui para o consumo de petróleo, uma fonte não renovável; e seu tempo de uso é muito curto – cerca de quatro minutos. Mas o que são quatro minutos para nós equivalem a centenas de anos de poluição para o meio ambiente.

Presente nas praias, o canudo de plástico também é fonte de formação de microplástico, o formato mais prejudicial do plástico, que já está presente nos alimentos, no sal, nos organismos e até na água potável do mundo inteiro.

Mesmo se descartado corretamente, e levado para aterros legalizados, o canudinho pode escapar pela ação do vento (principalmente por ser leve) e ser carregado pela chuva para mares e rios, impactando toda a fauna aquática.

Alternativas ao canudinho de plástico
Se você não dispensa um canudo, existem opções a venda nos mercados e que poderá carregá-lo sempre com você:
– Canudos de papel
– Canudos de silicone
– Canudos de bambu
– Canudos de palha
– Canudos de vidro
– Canudos de metal e até mesmo a bomba de chimarrão pode ser transformada.

Mas que tal utilizar o bom e velho copo?
Só não pode ser descartável!

Estamos no meio de uma mudança de Era. Vivemos hoje em um mundo incerto e, de certa, forma até imprevisível por conta de tantas mudanças acontecendo simultaneamente e com uma velocidade sem precedentes.
 
Um artigo muito bacana da Harvard Business Review diz que a Adaptabilidade é a nova vantagem competitiva – e isso vale para profissionais e organizações.
 
Adaptabilidade é a habilidade que fez com que nós, seres humanos, conseguíssemos chegar até aqui. Atravessamos séculos evoluindo, criando, inventando, acelerando nosso desenvolvimento ao longo da história.
 
Ou seja, o recado da vida é claro: o mundo gira. E não para. Daqui um tempo, todas as novas tecnologias que hoje ainda estão no início de seu desenvolvimento vão se popularizar.
 
Quando nossos filhos, netos e bisnetos falarem sobre Inteligência Artificial, Robôs e Realidade Virtual, será como falamos hoje do Computador, do Celular, da Internet
 
O que hoje vemos como novidade, em muito pouco tem será comum. Será o “normal”. Será o status quo. E você? Vai olhar apenas para suas conquistas do passado? Ou está disposto a desenvolver novas habilidades, conhecer novas tecnologias, novas estratégias?
 
O quanto você tem a capacidade de ler o cenário e os sinais de mudança para se antecipar e criar estratégias para se antecipar e transformar a sua empresa, seus produtos e serviços – e até você mesmo?
 
Por isso, é bastante razoável dizer que ADAPTABILIDADE será “a” habilidade a ser desenvolvida em um mundo de mudanças aceleradas.
 
Desenvolver a adaptabilidade é o que vai diferenciar aqueles que estarão à frente das mudanças daqueles que não conseguirem se adaptar. Exemplos no mundo corporativo não faltam: Nokia, Kodak, etc.
 
Como profissional, a adaptabilidade vai permitir que você identifique oportunidades onde os demais somente veem problemas. Vai lhe propiciar oportunidades de crescimento.
 
A adaptabilidade vai possibilitar que você se torne mais flexível e não nade contra a corrente. E, principalmente, vai permitir que você experimente, teste novas abordagens, aprenda com essas experiências e lidere a mudança.
 
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Em qualquer processo disruptivo e de mudança, nós temos duas opções: nos colocar como plateia ou como protagonistas deste processo. Não dá para adivinhar o futuro, mas a gente pode criar as condições para nos preparar de forma pró-ativa.
 
Estamos em um momento histórico de transição. Não há respostas prontas e absolutas.
 
Mas, como diz Clayton Christensen, um dos papas da Inovação, sairão na frente aqueles que começarem a jogar esse NOVO JOGO ANTES que o velho jogo termine.
 
Prepare-se por que o futuro já está virando a esquina!
Fonte: Futuro S/A
À medida que as empresas utilizarem mais as novas tecnologias, MAIS TALENTOS serão necessários para criar, gerenciar e desenvolver SOLUÇÕES totalmente NOVAS – e que sequer surgiram ainda.
 
Um estudo da Gartner mostrou que, nos EUA, apenas 30% das novas posições relacionadas à Era Digital serão preenchidas nos próximos anos.
 
Mas, ao mesmo tempo que é um desafio, é tb uma baita oportunidade para quem quiser sair na frente. Só para ter uma ideia, veja os números de vagas no LinkedIn (worldwide) que já existem relacionadas a algumas novas profissões desta Era Digital:
 
3D: 70 mil
Machine Learning: 38 mil
Data Scientist: 28 mil
Robotics: 14 mil
Artifical Intelligence: 11 mil
 
Não é muito se compararmos, por exemplo, a posições que existem hoje em Vendas ou Marketing. Mas se buscarmos por “Digital” (worldwide) já surgem + de 450 mil vagas.
 
Neste bolo vc verá profissões TOTALMENTE NOVAS. E que ainda são muito poucos profissionais que dominam esses conhecimentos. Mas TAMBÉM verá profissões que JÁ EXISTEM, mas que demandam, de alguma forma, competências digitais.
 
Isso tende a se intensificar por conta do surgimento de profissões que nem existem ainda. E também por conta das profissões que vão deixar de existir por conta do avanço das novas tecnologias.
 
Em linha com a tendência de nos tornarmos profissionais híbridos, o que veremos cada vez mais são novas profissões que vão combinam diferentes áreas de expertise. Veja esses 2 exemplos que estão um pouco mais próximos da nossa realidade:
 
Agricultor Vertical: Uma profissão fundamental no futuro para centros urbanos – seja para produzir alimentos mais próximos do consumidor final ou para revitalizar áreas degradadas. É uma profissão que vai demandar conhecimentos de Agronomia, Engenharia, Tecnologia, Administração e Arquiterura.
 
Conselheiro de Aposentadoria: Uma profissão que será fundamental para um mundo onde viveremos cada vez mais e precisaremos de ajuda para pensar sobre decisões financeiras, de carreira e gestão do patrimônio que será construído ao longo da vida útil. Uma profissão que vai demandar uma combinação de conhecimentos em Carreiras na Era Digital, Gestão de Patrimônio, Investimentos Financeiros e Novas Tecnologias.
 
Um novo mundo, com novas profissões, novas oportunidades – e com tantas possibilidades… quem sabe você não poderá criar a sua própria profissão, não é verdade?
Fonte: Futuro S/A
Sua vida profissional será moldada pelas mudanças nos padrões de longevidade.
 
Já é certo que nós vamos viver muito mais tempo do que os nossos pais. Com os avanços da ciência e da medicina, as previsões da expectativa média de vida vai chegar (ou até ultrapassar para os mais otimistas) aos 100 anos de idade.
 
E, por conta disso, em muitas regiões, haverá uma proporção MUITO maior de pessoas com mais de 60 anos o que temos hoje. Essas pessoas, na verdade, serão a maioria. Algo que já ocorre em países como o Japão e alguns países da Europa.
 
Bom, se você vai viver por mais tempo, você vai precisar de recursos para viver.
 
Os filhos já estarão criados, mas os custos relacionados às pessoas com mais de 70 anos (saúde, medicação, entre outros cuidados) crescem assustadoramente. E depender da aposentadoria pública (INSS) nem pode ser considerada uma opção…
 
Desta forma, você precisa estruturar, desde já, uma estratégia de longo prazo. Você terá que escolher, pelo menos, uma das três opções abaixo… Se possível, até combinar as três opções:
 
OPÇÃO 1: Construir uma carreira que permita que você trabalhe por mais tempo (pelo menos até os 70 anos de idade).
 
OPÇÃO 2: Guardar uma parte significativa de sua renda ao longo de toda a sua vida útil para o momento em que você precisar de renda e não tiver mais condições físicas de trabalhar.
 
OPÇÃO 3: Considerar maneiras de reduzir o seu consumo e viver de forma mais simples.
 
Não importa qual das três opções você vai escolher – mas é certo que você vai ter que fazer pelo menos uma destas três opções… E desenvolver habilidades para este futuro próximo é essencial para você não só profissionalmente, mas também considerando a sua qualidade de vida no futuro.
Fonte: Futuro S/A