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Viber terá ligações para telefones fixos de graça

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A briga agora esquentou de vez entre os apps de mensagens instantâneas, o WhatsApp recém comprado pelo Facebook anunciou semana passada que contará com serviço de voz, igualando ao Viber, este último não se deu por vencido e anunciou ligação gratuita para telefone fixo, quem ganha com isso? Os consumidores, claro.

O aplicativo de mensagens instantâneas Viber anunciou hoje que irá permitir que seus usuários façam ligações para telefones fixos brasileiros sem que seja necessário pagar qualquer taxa. A ação faz parte de uma estratégia agressiva por parte do Viber para tomar a liderança do WhatsApp no Brasil.

A tecnologia é bem parecida com o que o Skype, da Microsoft faz. Com ele, é possível fazer ligações para telefones fixos, desde que o usuário tenha comprado créditos para isso.

O período para a realização das ligações gratuitas pelo VIber será de duas semanas. Depois disso, o usuário continuará tendo direito desde que a quantidade de mensagens trocadas aumente em 25% por semana. Caso ele alcance o aumento, ganha o direito de fazer as ligações por mais sete dias.

A ideia da empresa é que o aumento de 25% no volume de mensagens de texto por usuário reflita em um aumento de 25% no quantidade nacional. Isso ajudaria o Viber em sua meta de bater o WhatsApp.

O Viber tem cerca de 400 milhões de usuários ao redor do mundo, 11 milhões deles no Brasil. O WhatsApp, no momento de aquisição do Facebook contava com 450 milhões (o número provavelmente aumentou após a compra) e não divulga os números regionais.

Fonte: Novas do Dia

Os fracassos do Google

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O Google é uma empresa com uma cultura muito própria, que se resume pelo conceito de “cultura de beta”. A companhia está constantemente lançando serviços novos, ainda em fase de testes, e não tem medo de removê-los do ar quando vê que eles não dão os resultados esperados.
Contudo, alguns destes serviços ficaram famosos pela baixa adesão e pelos resultados extremamente fracos.

Google Buzz
Uma das tentativas frustradas da empresa de entrar no ramo das mídias sociais. O Buzz integrava ferramentas para compartilhamento de conteúdo ao Gmail. Imagens, links, vídeos e atualizações de status poderiam ser enviados a contatos e seguidores. Os posts eram mesclados à Caixa de Entrada do usuário.
Contudo, o recurso, por mais integrado que fosse aos serviços do Google e outras plataformas da web nunca saiu do chão, embora houvesse muita expectativa na época do seu lançamento, de que ele fosse capaz de concorrer com Facebook ou Twitter. Também houve muitos problemas de privacidade, possibilitando o vazamento de informações dos usuários, o que prejudicou a adoção do serviço. Foi descontinuado em 2011.
Google Wave
Quando foi anunciado, os convites para o Wave chegaram a ser vendidos, já que a expectativa para o serviço era muito grande. Porém, após seu lançamento, poucos sabiam de fato o que fazer. Na verdade, muitos não sabem até hoje para que servia o Google Wave.
Tratava-se de uma plataforma de comunicação e colaboração online, que nunca foi muito adiante entre 2009 e seu encerramento, em 2012. Entretanto, alguns recursos acabaram sendo aproveitados pela empresa, como a edição colaborativa de documentos do Google Docs.
O que muitos não sabem é que o Wave continua ativo, mas não é mais uma ferramenta do Google. A empresa passou o desenvolvimento do produto para a Apache Software Foundation, que possui a ferramenta chamada Apache Wave.
Google Video
Antes de o Google adquirir o YouTube, a empresa lançou sua primeira empreitada neste ramo, chamada Google Video. Tratava-se de uma ferramenta de buscas de vídeos de vários serviços na web, que posteriormente também passou a permitir o upload de material criado por usuários.
Contudo, nem é preciso dizer que não deu certo e a companhia precisou admitir a derrota ao comprar por US$ 1,65 bilhão o YouTube, serviço que hoje é um dos sites mais importantes da web. Um dos motivos pelo qual falhou foi a necessidade de uso de um tipo de arquivo proprietário, enquanto o então concorrente dava muito mais liberdade para os usuários.
Posteriormente o Google Video também tentou se embrenhar no aluguel online de vídeos, competindo contra outro monstro da internet, a Netflix. Não deu certo. Em 2012, finalmente o serviço foi aposentado e todo o conteúdo armazenado foi transferido para o YouTube. A ferramenta de busca ainda funciona, no entanto.
Google Answers
Tudo que você busca na internet mostra um resultado do Yahoo Respostas, um dos sites mais relevantes da web. Houve, no entanto, uma tentativa do Google em criar alguma coisa parecida, com o Google Answers.

A diferença é que o serviço contaria com pagamentos. Os usuários postariam perguntas e ofereceriam recompensas em dinheiro, com valores variando entre US$ 2 e US$ 200. O Google, então, receria 25% da recompensa da pessoa que postou a resposta e US$ 0,50 por pergunta.
Porém, com tantas alternativas gratuitas, incluindo o próprio Yahoo Respostas, é fácil entender os motivos de o serviço nunca ter decolado. Foi lançado em 2002 e cancelado em 2006. Hoje em dia, é mais fácil até mesmo perguntar algo para seus seguidores no Twitter ou amigos do Facebook, sem tirar nem um tostão do bolso.
Google Lively
O Second Life do Google. Se o Second Life já foi uma bolha que acabou fracassando no longo prazo, imagine o Lively, que nunca chegou a ser popular. Era um recurso de realidade virtual para interação e bate-papo com avatares online, por meio do navegador.
O sistema era compatível com o Firefox e o Internet Explorer. As mensagens eram exibidas como balões de conversa, semelhante às histórias em quadrinhos. Era possível criar ambientes com fotos do Picasa penduradas na parede, por exemplo, e vídeos do YouTube. No entanto, tratava-se de um mundo menor que o do Second Life, e não possibilitava que usuários vendessem produtos, já que não existia conteúdo gerado por pessoas.
A adesão foi tão pouca que ele foi lançado em julho de 2008 e descontinuado em novembro do mesmo ano.

Fonte: Olhar Digital