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Computação quântica cega

Computação quântica cega é um tipo de computação infinitamente mais seguro do que qualquer coisa existente no mundo dos computadores clássicos.

O protocolo manipula bits quânticos (qubits) individuais, um processo que se baseia em duas características estranhas, mas fundamentais, da física quântica: a aleatoriedade das medições quânticas e o entrelaçamento quântico, a famosa ação fantasmagórica à distância de Einstein.

O primeiro passo é dado pelo usuário, que deve enviar seus dados para o computador quântico de um terceiro. Ele faz isto preparando os qubits em um estado que apenas ele conhece.

Os cientistas fizeram isto usando fótons, ou “partículas de luz”, para codificar os dados, forçando um processador quântico experimental a entrelaçar os qubits de uma forma que é impossível decifrá-los.

A seguir eles os enviaram para um “servidor quântico”, onde as computações são feitas – o servidor quântico é o computador da empresa desconfiada onde será rodado o seu programa quântico.

O segundo passo também é dado pelo usuário, que deve preparar o programa para rodar sobre seus dados, contidos nos qubits, e também enviá-lo para o computador – neste experimento, a “computação” consistiu meramente na leitura dos qubits.

Os cientistas fizeram isto criando as instruções de medição para o estado particular de cada qubit – o equivalente ao programa a ser rodado – e também enviaram as instruções para o servidor quântico.

computacao-quantica-cega

Segurança absoluta

Finalmente, depois que o programa roda, os resultados são enviados de volta para o usuário, o único que sabe como interpretá-lo, podendo então ver os resultados.

Ou seja, os dados de entrada, o processamento desses dados e os resultados, tudo permanece absolutamente desconhecido para o próprio computador quântico que faz os cálculos – daí o termo computação quântica cega.

Mesmo que o operador do computador quântico, ou um espião no meio do caminho, tente ler os qubits, ele não entenderá nada porque não saberá o estado inicial dos qubits.
Um sistema de computação em nuvem funcionando com base nesse princípio seria absolutamente confiável do ponto de vista de todos os utilizadores, uma vez que não haveria forma de os provedores lerem as informações que estão sendo processadas, e nem mesmo o programa que as está processando.

Os dados dos usuários permanecem inteiramente privados, uma vez que o servidor quântico não tem meios para saber o que ele próprio está fazendo, uma funcionalidade que não pode ser obtida no mundo clássico.

Embora este experimento represente um marco no desenvolvimento da computação e da criptografia quânticas, a disponibilidade prática de um sistema totalmente quântico de computação em nuvem está a anos de ser realizado.

Todo o aparato experimental é bastante rudimentar do ponto de vista de um processamento prático, usando poucos qubits, e em um ambiente supercontrolado de laboratório.

Fonte: Inovação tecnológica

Maioria dos brasileiros já acessam a internet

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Impulsionado pela forte venda de computadores no país, o percentual de brasileiros que acessam a internet quase dobrou de 2007 até hoje, saltando de 27% para 48%, mostra pesquisa nacional feita pela Fecomércio-RJ em parceria com a consultoria Ipsos.

O acesso à rede também se tornou mais frequente. Entre os brasileiros conectados, 47% disseram que acessam a internet todo dia. Um terço deles se conecta mais de uma vez por semana, enquanto 12% disseram que não passam uma semana sem entrar na rede.

A cada acesso, 23% dos brasileiros ficam, em média, de duas a quatro horas conectados; 55% ficam de meia hora a duas horas; e 14% não passam de meia hora na rede quando acessam.

O boom da internet no Brasil é resultado, concluiu o estudo, de uma conjuntura econômica favorável, do incentivo governamental e do avanço da tecnologia. Além de a renda do brasileiro ter aumentado, os computadores ficaram mais baratos por cauda dos saltos tecnológicos, do dólar mais baixo e da isenção de impostos.

A melhoria das condições econômicas da população também refletiu em outro aspecto do acesso à rede: os brasileiros estão comprando mais pela internet. O percentual dos consumidores digitais subiu de 13% em 2007 para 20% este ano. No varejo virtual, a preferência nacional é por eletrodomésticos (36% dos produtos comprados), CDs e DVDs (20%), livros (16%) e ingressos para cinema, shows etc. (7%).

Dezenove por cento dos internautas afirmaram ter gastado mais de R$ 1 mil em compras on-line este ano; 22% afirmaram ter desembolsado entre R$ 100 e R$ 200; 21%, de R$ 200 a R$ 500; e 19% até R$ 100.

Na internet, a grande maioria dos brasileiros compra com cartão de crédito (66%). O boleto bancário é preferência de 28% dos internautas, enquanto a utilização do débito em conta é rara (3%).

A pesquisa entrevistou mil pessoas em 70 cidades brasileiras.